Entende-se por informação digital tudo aquilo que é passível de ser armazenado ou transferido eletrônicamente. A rigor, seu objetivo deve estar centrado na aquisição e divulgação de conhecimento, proporcionando desenvolvimento intelectual ao ser humano, mas, com a proliferação exponencial dos instrumentos e veículos de informação digital, seu fulcro foi amplamente alargado.
Se nos primórdios a produção de conteúdo digital era praticamente toda ela realizada por universidades e outros meios acadêmicos, além de veículos tradicionais de informação, como jornais, revistas e periódicos, com versões em CD-ROM e páginas virtuais, hoje a web é entendida não apenas como um repositório para antigos formatos e sim como um novo formato com uma nova linguagem e inúmeras aplicações.
Laptop
Dispositivos digitais, como câmeras, filmadoras e celulares, a cada dia estão mais acessíveis a um maior número de pessoas, enquanto, na Internet, sites, blogues e fotologs se multiplicam de forma avassaladora. E a previsão é que toda essa enorme massa de aparelhos e plataformas capazes de criar e transmitir informação vai crescer a um limite antes inimaginável.
Há quem faça previsões irônicas e mirabolantes, dizendo que, no futuro, cada pessoa será dona de seu próprio jornal diário, estação de rádio ou canal de tv. As ferramentas, na verdade, já existem, os dados foram lançados. O volume de informação digital já é três milhões de vezes maior que o de todos os livros escritos até hoje.
Somente no ano de 2006, mais de 160 milhões de gigabytes de informação digital teriam circundado a Terra. Em papel, esta astronômica quantidade poderia embrulhar quatro vezes o planeta e a empresa de consultoria IDC preconiza que, em 2010, o volume será seis vezes maior.
Haja leitor para tanta informação.
Haja leitor para tanta informação.
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